A Prefeitura de Santo André concluiu a ampliação do aterro sanitário municipal com uma nova área de 8 mil metros quadrados. A iniciativa garante o recebimento de resíduos orgânicos e prolonga a vida útil do complexo público.
O Aterro de Santo André expandiu sua capacidade física e iniciou a disposição de resíduos orgânicos em um novo setor de 8 mil metros quadrados. Essa intervenção garante mais dois anos de vida útil ao equipamento público, justamente no momento em que o espaço completa 40 anos de funcionamento ininterrupto.
Atualmente, o local destaca-se como o único equipamento do tipo administrado diretamente por uma prefeitura na região do ABC paulista. Com a nova expansão concluída, o setor específico passa a ter capacidade técnica para receber cerca de 500 mil toneladas de materiais orgânicos.
Conforme os dados oficiais do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), os serviços locais coletam anualmente mais de 200 mil toneladas de resíduos em toda a cidade. Portanto, a ampliação física permite manter a destinação correta desses materiais e assegura a continuidade operacional da estrutura.

Além disso, Aterro de Santo André exige redução de resíduos
Além da ampliação física do espaço, a administração municipal destaca que a redução do volume de resíduos destinados ao local é fundamental para prolongar sua utilidade. De acordo com o prefeito Gilvan Ferreira, o município busca constantemente ampliar as áreas para operação, embora ressalte que a participação da população paulista continua essencial nesse processo.
Por essa razão, o poder público orienta que os moradores façam a separação correta entre materiais recicláveis e lixo úmido. Esse hábito simples permite que uma parcela maior de materiais retorne para a cadeia produtiva, reduzindo consequentemente o volume depositado na Central de Tratamento de Resíduos.
De fato, Aterro de Santo André gera economia milionária
A operação pública do Aterro de Santo André evita que os resíduos urbanos dependam de destinos em aterros particulares da região. Segundo o próprio Semasa, essa estrutura própria proporciona uma economia superior a R$ 70 milhões por ano aos cofres do município.
Dessa forma, os recursos economizados fortalecem diretamente as ações de gestão ambiental e os programas de reciclagem e manejo de resíduos sólidos. Entre as iniciativas consolidadas na cidade destaca-se o programa Moeda Verde, que troca materiais recicláveis por alimentos frescos para a comunidade.
A prefeitura também mantém projetos ativos como o Meu Condomínio Recicla e o Composta Santo André, além de investir na expansão de ecopontos e nos chamados Quintais Verdes. Todas as ações buscam conscientizar sobre as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos, integrando a comunidade na preservação do meio ambiente.
Como o Aterro de Santo André integra a Central de Resíduos
Inicialmente, o complexo eliminou antigo lixão
Criado originalmente em 1986 no bairro Cidade São Jorge, o Aterro de Santo André substituiu uma antiga usina de compostagem e um lixão a céu aberto. Naquela época, o município tornou-se pioneiro no ABC ao eliminar um depósito irregular de detritos, conforme histórico da [suspicious link removed].
Posteriormente, nova ampliação entrou em fase de estudos
Embora a nova área tenha iniciado as operações agora, o município já desenvolve estudos técnicos para uma futura etapa de expansão da estrutura. O novo projeto prevê a utilização de uma área adicional de 15 mil metros quadrados, capaz de acrescentar mais cinco anos de funcionamento ao local.
Por fim, os engenheiros ambientais executam as obras seguindo critérios rigorosos de proteção ambiental, incluindo a compactação do solo e a impermeabilização com mantas especiais. Assim, o Aterro de Santo André chega às suas quatro décadas consolidando-se como referência regional em saneamento, sustentabilidade e gestão pública eficiente.
Fonte: Prefeitura de Santo André.
Editado pela Redação.

