Uma grande força-tarefa das polícias resultou em agressores de mulheres presos em São Paulo durante uma operação realizada em várias regiões do estado.
Ao todo, os policiais prenderam 128 suspeitos entre flagrantes e cumprimento de mandados judiciais. Além disso, as equipes apreenderam armas de alto poder ofensivo, incluindo um fuzil.
Ao mesmo tempo, a Polícia Militar intensificou o patrulhamento. Entre os dias 1º e 4 de março, os agentes prenderam mais 154 pessoas em diferentes cidades paulistas.
Assim, a ação reforça o combate à violência doméstica e fortalece a aplicação da Lei Maria da Penha.
Grande mobilização policial contra violência doméstica
A operação que levou a agressores de mulheres presos em São Paulo mobilizou um grande efetivo das forças de segurança.
No total, participaram:
- 1.769 policiais civis
- 736 viaturas
- atuação em 258 municípios
Primeiramente, as equipes priorizaram o cumprimento de mandados de prisão. Além disso, os policiais também realizaram prisões em flagrante.
As investigações envolveram crimes como:
- ameaça
- descumprimento de medidas protetivas
- estupro
- feminicídio
Portanto, a operação buscou retirar das ruas suspeitos envolvidos em violência contra mulheres.
Operação Impacto reforça ações da Polícia Militar
Enquanto a Polícia Civil executava mandados, a Polícia Militar intensificou as ações por meio da Operação Impacto.
Atualmente, cerca de 11 mil policiais participam diariamente da iniciativa. Dessa forma, as equipes ampliam o atendimento de ocorrências relacionadas à violência contra a mulher.
Além disso, o reforço no patrulhamento aumenta a rapidez no atendimento das vítimas.
Canais oficiais de denúncia:
https://www.gov.br/mdh/pt-br/ligue180
Investigação leva à prisão de cozinheiro suspeito
Entre os casos que resultaram em agressores de mulheres presos em São Paulo, a polícia investigou um cozinheiro suspeito de dopar e estuprar duas colegas de trabalho.
A 5ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da capital conduziu a investigação. Depois de reunir provas, os investigadores solicitaram a prisão preventiva do suspeito.
Em seguida, a Justiça autorizou o mandado. Logo depois, os policiais localizaram e prenderam o investigado.
Polícia apreende arsenal durante operação
Durante outra ação, investigadores da Delegacia de Defesa da Mulher de Botucatu localizaram um arsenal na casa de um suspeito de violência doméstica.
A Justiça autorizou a busca após pedido da polícia.
No local, os agentes encontraram:
- duas pistolas Glock semiautomáticas (.380 e .40)
- um fuzil Taurus calibre 5,56
- diversas munições
Segundo a Polícia Civil, o investigado possui registro como CAC (colecionador, atirador desportivo e caçador).
Mesmo com a documentação regular, os policiais decidiram apreender o material. Dessa forma, a polícia garante a proteção das vítimas, conforme prevê a Lei Maria da Penha.
Combate à violência contra a mulher depende de denúncia
As ações que resultaram em agressores de mulheres presos em São Paulo mostram a importância da denúncia.
Quando a vítima ou testemunha procura ajuda, a polícia consegue agir com mais rapidez.
Por isso, as autoridades recomendam que qualquer pessoa denuncie casos de violência.
Canais de ajuda:
- Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher
- 190 — Emergência da Polícia Militar
- Delegacias de Defesa da Mulher
Além disso, as denúncias podem ocorrer de forma anônima.
Fonte e Foto: SSP
Editado pelo Repórter Savoy.

