💢Eliane, acusada de sequestrar Marcelinho Carioca agia na  “central de golpes” e está presa💢

🚔A Polícia Civil fechou uma central de golpes em um condomínio de alto padrão na cidade de Igaratá, no interior de São Paulo. Na ação, 12 golpistas, entre 22 e 30 anos, foram presos em flagrante.

Eles usavam uma tecnologia com comunicação via satélite e se passavam por funcionários de banco para enganar as vítimas. 

COMO FORAM A INVESTIGAÇÃO E AS PRISÕES

A investigação se iniciou após vizinhos denunciarem uma movimentação suspeita no imóvel por vários dias. Segundo eles, os moradores chegavam e saiam com notebooks, fones de ouvido e outros itens eletrônicos. Equipes do Deic fizeram campana nas imediações e logo desconfiaram que o local servia como uma central de golpes. Quando o portão da casa se abriu, os policiais entraram e abordaram os golpistas.

Seis deles permaneceram no local e não resistiram à abordagem. Os demais foram para os fundos da residência, pularam o muro e fugiram. Porém, durante a fuga eles se machucaram, sendo alcançados pelos agentes algumas horas depois.

ELIANE PARTICIPOU DO SEQUESTRO DO EX-JOGADOR???

 Eliane Lopes de Amorim  é acusada de participar do sequestro do ex-jogador MARCELINHO CARIOCA em dezembro de 2023, em São Paulo.

Durante a tentativa de fuga na sexta-feira, Eliane caiu de um barranco na parte de trás do imóvel e quebrou duas costelas, segundo a polícia. Ela e os outros golpistas, que também se machucaram ao sair pelos fundos da casa foram levados a um pronto-socorro e, em seguida, encaminhados para a delegacia.

Eliane passou por audiência de custódia e teve a prisão em flagrante convertida para preventiva pela Justiça. O caso foi registrado como furto, associação criminosa, desobediência e apreensão de objeto.

SOBRE O SEQUESTRO DO EX-JOGADOR

Eliane Amorim é acusada de receber o dinheiro do sequestro de Marcelinho Carioca. Em janeiro deste ano, ela teve a prisão domiciliar concedida pela justiça por ser mãe solo de crianças com menos de 12 anos.

Em dezembro de 2023, Marcelinho Carioca e a amiga Taís Alcântara foram mantidos em cativeiro por mais de 36 horas e obrigados a gravar um vídeo para despistar a polícia. Para os agentes da Divisão Antissequestro (DAS), órgão da Polícia Civil responsável pela investigação, o sequestro não havia sido planejado — foi um crime de “ocasião”.

Fonte: SSP. Foto ilustrativa.

Edição do texto: Repórter Marcos Savoy.

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